terça-feira, 29 de junho de 2010

Estes últimos dias têm sido recheados de verdadeiras colheitas pessoais. A essência do "finalmente" compensa qualquer fadiga, pois já se avistam pequenos pontos de luz lá ao fundo.
Está quase a ser alcançada uma das primeiras metas, e pela primeira vez vou poder contactar com o verdadeiro sentido da palavra : realizada.

É bom sentir que o tapete voltou a pousar, e que já não nos falta tudo.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Estive quase a desistir; a voltar a meter tudo às costas e pedir a alguém que me viesse buscar. (Assumir a falha.)
Sim, porque seria impensável um possível retrocesso.

(sentei-me no primeiro degrau que encontrei)
-PÁRA!
-se há palavras que não constam nem nunca constaram no teu dicionário, porque razão criálas neste momento quando mais necessitas de continuar?
Desistir? Qual é a proveniência?

tens razão.

Não me considero o centro, apenas sei que sou esperada por muito "boa gente". Parar é sinónimo de entrega de louros, e os únicos atribuídos serão os meus no dia da chegada.
Partilhados e dedicados àqueles que me evitaram atropelos e aos demais que me recolheram dos mesmos.


Tenho tantas saudades tuas. Voltas?

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Hoje perdi-me. Pequenos incidentes que incorporam qualquer (tipo de) viagem. E para agravar a situação aqui os mapas são constituidos apenas por duas setas: para a frente, sigo e conquisto; e para trás, recuo e desisto.
Resolvi parar e observar mais uma vez enquanto espectadora, a vida destes comuns citadinos que me rodeiam: - e sim, tudo continua na mesma.
A humildade não é o forte de uns, e o raciocínio lógico de outros.

-Olha, desculpa, sabes onde se compra personalidade e espírito crítico? Tenho uma amiga que nao os tem, e eu gostava muito de lhos poder oferecer. Obrigada.
(Ridículo.)


Finalmente! Um colega de bordo.
Vamos? Aposto que ainda nao viste aquilo!
E sim, a vista daqui é única e previligiada.

Quase que me esquecia outra vez: sim, amo-te.