quarta-feira, 9 de março de 2011

Porque é que não se salta e se espreita o horizonte? Porque é que não se mergulha e se sente o limite?

afirmar ter 3 metros de altura equivale a meros manómetros: medo.

Mas é necessário!

sábado, 9 de outubro de 2010

"Cada um de nós é como um livro, que guarda a sua própria história; com inicio, meio e fim.
O nosso corpo é só uma casa, onde arruma a vida, e a morte é o ultimo voo da nossa alma, que parte por não caber mais "nesta" casa. Como se quisesse começar uma nova história. Um novo livro." - Reflexões.

sábado, 31 de julho de 2010

Os bons feelings oriundos dos últimos alcances, fizeram abstrair-me do obvio facto de que rumo em piso acidentado nele poderia conter ravinamentos.
Agora, não é apenas mais um obstáculo, significa um recuo: teria de avançar com o dobro da força e um quarto do tempo, caso contrário irá ser registado um atraso crucial.

-Estou em contra-relógio.

(Não com tudo, apenas com partículas mais frágeis/delicadas. Como quando prendemos as pontas de uma corda, ambas em locais diferentes, e uma das pontas se solta; o problema não está na corda em si, apenas numa das extremidades. (Pontos de vista) Há que reforçar!)

terça-feira, 29 de junho de 2010

Estes últimos dias têm sido recheados de verdadeiras colheitas pessoais. A essência do "finalmente" compensa qualquer fadiga, pois já se avistam pequenos pontos de luz lá ao fundo.
Está quase a ser alcançada uma das primeiras metas, e pela primeira vez vou poder contactar com o verdadeiro sentido da palavra : realizada.

É bom sentir que o tapete voltou a pousar, e que já não nos falta tudo.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Estive quase a desistir; a voltar a meter tudo às costas e pedir a alguém que me viesse buscar. (Assumir a falha.)
Sim, porque seria impensável um possível retrocesso.

(sentei-me no primeiro degrau que encontrei)
-PÁRA!
-se há palavras que não constam nem nunca constaram no teu dicionário, porque razão criálas neste momento quando mais necessitas de continuar?
Desistir? Qual é a proveniência?

tens razão.

Não me considero o centro, apenas sei que sou esperada por muito "boa gente". Parar é sinónimo de entrega de louros, e os únicos atribuídos serão os meus no dia da chegada.
Partilhados e dedicados àqueles que me evitaram atropelos e aos demais que me recolheram dos mesmos.


Tenho tantas saudades tuas. Voltas?

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Hoje perdi-me. Pequenos incidentes que incorporam qualquer (tipo de) viagem. E para agravar a situação aqui os mapas são constituidos apenas por duas setas: para a frente, sigo e conquisto; e para trás, recuo e desisto.
Resolvi parar e observar mais uma vez enquanto espectadora, a vida destes comuns citadinos que me rodeiam: - e sim, tudo continua na mesma.
A humildade não é o forte de uns, e o raciocínio lógico de outros.

-Olha, desculpa, sabes onde se compra personalidade e espírito crítico? Tenho uma amiga que nao os tem, e eu gostava muito de lhos poder oferecer. Obrigada.
(Ridículo.)


Finalmente! Um colega de bordo.
Vamos? Aposto que ainda nao viste aquilo!
E sim, a vista daqui é única e previligiada.

Quase que me esquecia outra vez: sim, amo-te.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Certezas? Neste momento não tenho assim tantas (quase nenhumas).
(Eu sei) Um dia vou estar lá, e não vai existir ninguém no mundo, com mais orgulho de mim, como eu mesma, porque é isso que nos torna interiormente felizes.
Enquanto isso continuo a andar (nao corro), vi muitos a espalharem-se a minha frente.

A minha bagagem emocional já pesa.