segunda-feira, 31 de maio de 2010

Certezas? Neste momento não tenho assim tantas (quase nenhumas).
(Eu sei) Um dia vou estar lá, e não vai existir ninguém no mundo, com mais orgulho de mim, como eu mesma, porque é isso que nos torna interiormente felizes.
Enquanto isso continuo a andar (nao corro), vi muitos a espalharem-se a minha frente.

A minha bagagem emocional já pesa.

terça-feira, 25 de maio de 2010

O melhor exercício desta caminhada deve-se à capacidade que sempre tive de poder "sair" do meu corpo, e analisar tudo à minha volta como "outro".
Tem-se uma nítida percepção das nossas falhas, e um melhor (re)conhecimento de quem são realmente os outros.

A pessoa de quem mais me custa estar distante é mesmo de ti, tu que és o representante máximo daquele sentimento denominado por outrém, amizade.
O único que sabe como e quando necessito da fuga. Assima de tudo, é a ti quem eu amo.


"Dá-me a tua mão, preciso que venhas comigo a um sítio.
Receio, não sei onde fica. Mas sei que existe (..porque tu existes, porque eu existo, porque isto existe..)."

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Páro em frente ao por do sol:
(Reflito) se os teus olhos que demonstram incerteza e imaturidade, provocam em mim certeza e conforto, porque razao um olhar convicto de alguém me causa duvida?
Será porque nao existe ninguém verdadeiramente convicto, mas poucos o transparecem?
amo-te porque assumes a tua ignorância de um comum mortal, nao transpareces aquilo que nao és; aquilo que nao sentes.

és (apenas).


A todos aqueles que murmuraram pequenas emissões sonoras com parecenças a risos, tenham em conta "que a rizada de um idiota se resume á glória de um génio", e que a minha viagem não se deve a, mas para, vocês.
Àqueles que estão e sempre estiveram desde muito cedo, um pedido de desculpas. A ausência irá ser compensada.

(...) hoje mais que nunca.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

São tantas as paragens que me tentam.
O truque é não olhar para trás; pois numa análise mais pormenorizada chego á conclusão que não estou a andar sozinha, e que para trás só ficam (mesmo) aqueles que assim o querem.
A minha decisão foi (e é) egocentrista, talvez. Mas a minha caminhada não: e é nela que exerço tudo aquilo que me levou a ser, hoje, a miuda que se fez à estrada; vivo para auxiliar o mundo.
Há coisas que nunca mudam, muda o espaço físico, mas não o psicológico.

Hoje?
Hoje eu amo-te.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Os obstáculos não se acanham, e muito menos se importam comigo. Tenho mesmo que ser eu a fintá-los.
Só que por vezes (..)
"Tremi. O meu coração acelarou. Hoje vi-te."
Durante 3 longos segundos o mundo parou (só para mim). Pequenos previlégios de quem ama.
Abraças-me? queria muito.
Mas não me posso demorar, tenho um objectivo.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Já vou no meu percusro, é longo eu sei, mas nada me detém.
A partir de agora tudo se irá passar na base da cabeça erguida e objectivo na mira, ou não fosse apenas eu.
"Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é "muito" pra ser insignificante"

(Charles Chaplin)

Pê Ésse: Continuo aqui. amo-te

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Não aviso ninguém sobre esta viagem. (Chega de opinar!) Não alerto ninguém para uma possível mudança após regresso. Também não me despeço, mas (...) Preciso que me toques, preciso que me agarres, preciso que me apertes (com força) junto a ti.

amo-te (ainda).

até já

sexta-feira, 7 de maio de 2010

(...)
Por tudo isto, e mais alguma coisa (...)está na hora.
Vou-me embora daqui.
Psicológicamente - Fiz as malas, apanhei o cabelo, e fiz-me à estrada (fiz-me à vida).

(Sinto) Ainda só estou no começo.